"Os votos pelo impeachment foram comprados. O Congresso Nacional

é uma vergonha. Todos receberam dinheiro, para votar assim ou assado”

Fernando Haddad


Quem somos

Romário Schettino é jornalista (RG nº 837/DF) formado pela Universidade de Brasília em 1979. Trabalhou como editor de assuntos internacionais no Jornal de Brasília (1980-1983) e no Correio Braziliense (1983 a 2010), onde também foi editor de Cultura. Presidente do Sindicato dos Jornalistas do DF por dois mandatos (2004-2007 e 2007-2010).

Romário exerceu o cargo de Secretário-Adjunto de Cultura do DF de 1995-1996 e de Diretor da Rádio Cultura FM 100,9 – a Emissora Pública do DF –, de 1996 a 1998. Também em 1998 participou como autor de um dos textos (“Quando é o jornalismo que faz ficção”) da coletânea “Rádio e Pânico – A Guerra dos Mundos, 60 anos depois”, organizada por Eduardo Meditsch.

Atuou como produtor cultural em Brasília de 1982 a 1989, tendo produzido teatro, cinema e shows musicais, incluindo a direção e coordenação do Teatro da A.B.O., em Brasília. Em 2012, lançou o livro “O Sonho Candango – Memória afetiva dos anos 80”, do qual é um dos coordenadores, junto com Cláudia Pereira e Alexandre Ribondi.

Romário participou do Grupo de Trabalho que organizou a I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), indicado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT). É militante do movimento nacional pela democratização da comunicação e é um dos fundadores do Movimento Pró-Conselho de Comunicação do DF (MPC), que em 2011 apresentou ao governo uma proposta de projeto-de-lei que cria o Conselho de Comunicação Social do DF. Ex-presidente do Conselho de Cultura do DF (2013-2014), de cuja criação também participou ativamente em 1989.

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